Ele PSOE avançou esta quarta-feira que pedirá mais uma vez ao Supremo proteção para agir contra os “insultos” do empresário Victor de Aldama e impedi-lo de “difamá-los impunemente”, pois, afirma, “não há financiamento ilegal no PSOE”. Fontes deste partido responderam assim à declaração no Supremo Tribunal do conceituado empresário, que confirmou ter administrado subornos que favoreceram o PSOE. “Estamos diante de uma estratégia conhecida: no seu direito de defesa, o engano é a sua principal ferramenta. Apontar sem provas e gerar ruído onde não há crimes”, enfatizam as fontes.
O partido socialista já considerou processar Aldama no final de 2024 depois de o empresário ter implicado o PSOE numa suposta cobrança de comissões ilegais. Nessa altura, o juiz de instrução recusou-se a conceder a licença obrigatória solicitada pela parte para a realização dessa diligência, por considerar que poderia gerar disfunções processuais enquanto prosseguisse a fase de instrução.
Os socialistas denunciam que Aldama está mentindo há dois anos. Além disso, fontes do PSOE garantiram a máxima colaboração do partido com a Justiça e a sua absoluta disponibilidade para esclarecer qualquer facto. O partido tem reivindicado a sua política de tolerância zero a qualquer sinal de corrupção, ao contrário do PP: “Não aceitamos lições de quem teve caixas B, bónus ou sentenças finais por corrupção”.
O julgamento por suposta corrupção em torno do Ministério dos Transportes que ele dirigiu José Luís Ábalos Comemorou esta quarta-feira o seu décimo primeiro dia com a vez do arguido, que começou às 10h00 com a declaração de Victor de Aldama nele Suprema Corte. Já na reta final do caso, o STF julga se Ábalos, seu ex-assessor Koldo García sim Aldama concordou em manipulação de contratos de máscara premiado por organizações dependentes dos Transportes em troca de comissões.
Fonte: 20 Minutos




