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Robles não descarta enviar tropas para Chipre “se houver uma missão da UE” para proteger o país contra a guerra no Irão: “Será considerado”

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O Ministro da Defesa, Margarida Roblesabriu-se ao envio de tropas espanholas para Chipre, nos moldes de França, Reino Unido e Grécia, “se houver uma missão da UE para proteger” a ilha da guerra no Irão.

“Será valorizado, se existe uma missão da UE para proteger Chipre com um quadro internacional e nos valores de defesa da paz, obviamente a Espanha, como muitas vezes o faz em muitas outras missões, irá levá-lo em consideração e valorizá-lo”, afirmou em entrevista à Cadena Ser.

Nele, Robles insistiu que a Espanha não vai colaborar militarmente com os Estados Unidos na guerra do Médio Oriente, ao contrário do que afirmou esta quarta-feira a Casa Branca. O Ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albaresjá negou “absolutamente” o anúncio da porta-voz presidencial, Karoline Levitt, esta quarta-feira.

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Uma coisa são missões de ataque e outra são missões de defesa.“, disse a ministra, que sublinhou que Espanha é um “aliado firmemente comprometido” com as Nações Unidas, a NATO e a União Europeia. Neste sentido, destacou que não é uma “anedota menor” que o Ministério em Espanha se chame Defesa e o dos Estados Unidos se tenha tornado Departamento de Guerra.

Robles, que precisamente esta quarta-feira se reuniu com o novo embaixador dos Estados Unidos, Benjamín León, enquadrou as palavras de Karoline Leavitt em “uma visão interna ou desinformação“.

Albares, que afirma “estamos numa situação de máxima gravidade”, também reiterou esta quinta-feira na Rádio Catalunya que “a posição de Espanha é clara, clara e firme” nesta matéria e, na linha de Robles, confirmou que “a opção de participar numa operação para defender um parceiro europeu como Chipre pode ser considerada”. Ele também descartou que o presidente do Governo, Pedro Sanchespode estar a pensar em convocar eleições, garantindo que esteja “focado e concentrado” no enfrentamento desta crise global, defendendo os interesses do povo espanhol e garantindo “a defesa dos nossos valores”.

Espanha deu informações sobre o míssil em Türkiye

O ministro confirmou, por outro lado, que as forças espanholas estacionadas em Türkiye Não foram eles que interceptaram o míssil lançado pelo Irão, mas forneceram “informações suficientes” para que pudesse ser abatido.

Em Türkiye temos uma bateria Patriot que monitora a situação, que relatou o ataque com mísseis, mas a destruição específica não foi realizada pelas tropas. Insisto, neste caso, são tropas da NATO. A Espanha está na Turquia com a NATO, no Iraque com a NATO, no Líbano com a ONU, e quando for necessário estar com a UE, a Espanha estará lá. Sempre, em missões de paz”, declarou Robles.

Secretário Geral da OTAN Marcos Rutejá anunciou na terça-feira que, apesar da recusa do Governo espanhol em permitir que os Estados Unidos utilizem as suas bases em Rota e Morón na sua ofensiva contra o Irão, a Espanha está a fornecer “apoio facilitador fundamental” noutro sentido, por exemplo através de “o sistema Patriota Espanhol em Türkiye“.

Fonte: 20 Minutos

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