☁️ --° Máx.--° Mín., em Teresina
|
☁️ --° Máx.--° Mín., em Barcelona
🇧🇷 Teresina: --:-- 🇪🇸 Barcelona: --:--
Previsão para Teresina
1

O Tribunal Nacional concorda em questionar ‘Anboto’ e outros ex-líderes do ETA pelo ataque de Santa Pola em 2002

 La exjefa de ETA Soledad Iparraguirre, 'Anboto', sale este martes de la cárcel de Martutene de San Sebastián.Javier Etxezarreta

O Tribunal Nacional (AN) concordou em considerar o depoimento da ex-líder da ETA Ainhoa ​​​​Mújica, vulgo ‘Olga’, como sendo investigada; a Juan Antonio Olarra; para María Soledad Ipaguirra, conhecida como ‘Anboto’ e Félix Ignacio Esparza, pelo ataque ao quartel de Santa Pola (Alicante) em 2002.

Isto foi comunicado pelo chefe da Praça 6 do Tribunal Central de Instância, Antonio Piña, em decisão, à qual teve acesso Imprensa Europaem que informa que “será marcada” uma data para a declaração dos quatro ex-integrantes da ETA investigar o ataqueem que morreram uma menina de seis anos e um homem de 57 anos.

Por aqui, concorda com o pedido da promotoriaentre as quais se encontra a Associação das Vítimas do Terrorismo e a Associação Dignidade e Justiça.

Precisamente, ‘Anboto’ Ele foi libertado da prisão nesta terça-feira tendo sido concedido um regime de semi-liberdade, facto que Dignidade e Justiça denunciou como mais uma vez “uma traição às vítimas do terrorismo”.

Recorde-se que o anterior chefe do Tribunal Central de Instrução Número 6, Manuel García Castellón, processado em 2024 a outros ex-líderes da ETA por esses mesmos fatos.

A responsabilidade da liderança

Neste caso, a suposta responsabilidade da liderança da gangue no ataque perpetrado em 4 de agosto de 2002um ataque que resultou no assassinato de Silvia Martínez e Cecilio Gallego.

Conforme relatado pelo magistrado em despacho, a investigação permite concluir que, “na perspectiva que oferece o estudo detalhado do funcionamento e da estrutura do grupo terrorista, sujeito a uma estrita disciplina quase militar, considera-se que o ataque de Santa Pola foi teria decidido pela liderança da ETA”.

Esse ataque teria sido proposto, acrescentou, “como medida de pressão e punição para tentar contrariar o processo de ilegalização do Batasuna em aplicação da Lei dos Partidos Políticos, um processo implementado antes da ocorrência do ataque, e não o contrário.”

Neste caso específico, em 2012, o Tribunal Nacional condenou os membros da ETA Andoni Otegi Eraso, vulgo ‘Iosu’, e Óscar Celarain Ortiz, ‘Peio’, a 843 anos de prisão, por considerar provado “sem qualquer dúvida” que foram eles os autores do ataque. Agora, o juiz Piña investiga quem foram os autores intelectuais do referido ataque.

Fonte: 20 Minutos

World News Cast em Breve.... Aguarde

World News Cast em Breve.... Aguarde