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Renfe abre concurso público para comprar entre 30 e 40 comboios de Alta Velocidade por entre 1.362 e 1.700 milhões

Un tren AVE de Renfe.RENFE

Dois meses depois do acidente de Adamuz que paralisou o processoo Ministério dos Transportes e a Renfe acordaram esta quarta-feira abrir um concurso público para comprar entre 30 e 40 comboios de Alta Velocidade, num valor total entre 1.362 e 1.700 milhões, ou seja, entre cerca de 42 e 45 milhões por unidade.

O Conselho de Administração da operadora acordou um dos dois concursos que pretende realizar este ano, neste caso para fornecer no curto prazo comboios com os quais realizar os seus serviços na rede de Alta Velocidade e assim colmatar uma carência apontada há algum tempo pelo Ministro dos Transportes, Óscar Puente, que hoje voltou a recordar no Congresso, em linha com a interrupção parcial da circulação entre Málaga e Madrid para a qual não foi possível fornecer uma alternativa ferroviária porque não há comboios com capacidade suficiente. para alterar a largura da trilha. “Eles sabem o quanto estamos tensionados com o material rodante. Se há algo que não é supérfluo é o material rodante móvel”, disse especificamente sobre um trem fabricado pela Talgo.

De acordo com os detalhes do concurso, os comboios adquiridos deverão ter capacidade para chegar ao 350 quilômetros/horaentão eles poderão viajar nessa velocidade na linha Madrid-Barcelona quando lhe convém, num projecto anunciado em Setembro passado e do qual Puente não desiste, apesar das deficiências na rede ferroviária que foram detectadas após o acidente de Adamuz, também neste corredor.

Após o lançamento do concurso, os diferentes fabricantes de comboios poderão fazer ofertas em que a Renfe dará prioridade ao período de fabrico e à disponibilidade de novas unidades, para que cinco comboios possam ser entregues em 40 meses e toda a frota – desses 30 ou 40 comboios – em 78 meses.

“Os comboios terão grande capacidade, deverão ter espaços acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida e para bicicletas, bem como serviços de restauração como cafetarias”, indicaram fontes do Ministério dos Transportes.

Fonte: 20 Minutos

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