A Junta Eleitoral Central (JEC) concordou com o pedido do PP e suspendeu o uso do DNI digitalpor meio do aplicativo miDNI, no Eleições andaluzas de 17 de maio depois de “ter sido descoberto que não é necessária a verificação da identidade através de um código QR atualizado, que é o que serviria de garantia e mecanismo para a autenticidade do documento”, segundo o partido em comunicado na manhã desta quinta-feira. Também não será permitida a utilização do aplicativo miDGT, a carteira de habilitação digital.
A Junta Eleitoral tomou a decisão “garantir a máxima confiança dos cidadãos no sistema eleitoral“. Depois disso, ficam suspensos os acordos assinados em 16 de fevereiro de 2023, 18 de setembro de 2025 e 5 de março de 2026, que permitiam a utilização dos aplicativos miDGT e miDNI pelos eleitores no momento do voto, tanto pessoalmente quanto por correio. Esta opção foi plenamente válida durante as últimas eleições em Castela e Leão, nas quais não foram registrados incidentes.
No entanto, antes da referida data eleitoral e da de 8 de fevereiro em Aragão o PP já pediu à Diretoria que só permitia o DNI digital se em cada assembleia de voto existisse um dispositivo com acesso à aplicação que permitisse a verificação do QR e da identidade. Depois, a JEC rejeitou esse pedido e, após obter um relatório do Ministério do Interior, sublinhou ao PP que o DNI digital, tal como é utilizado, já contém todos os elementos exigidos por lei para identificar o eleitor: nome e apelido, número do DNI e fotografia. Ele também observou que nos últimos anos não houve problemas com seu uso.
Na sua opinião, exija o QR e a verificação Isso significaria exigir mais elementos do que o DNI físico oferece. ou a carteira de habilitação, “sem que haja justificativa para isso”.
O PP destaca na sua declaração que o sistema eleitoral espanhol funciona bem, mas também que esta iniciativa do Governo, “sem as verificações necessárias”, Está gerando problemas e desconfiança.
Fonte: 20 Minutos




