☁️ --° Máx.--° Mín., em Teresina
|
☁️ --° Máx.--° Mín., em Barcelona
🇧🇷 Teresina: --:-- 🇪🇸 Barcelona: --:--
Previsão para Teresina
1

O Governo irá rever os preços do frete de camião se os preços dos combustíveis subirem e fornecer ajuda directa para o transporte de mercadorias por comboio

Camioneros repostando repostando©️[vitpho] a través de Canva.com

O Governo será obrigatória a revisão dos preços dos transportes de mercadorias por estrada quando ocorrem variações nos preços dos combustíveis que os caminhoneiros também pagam, então ficarão mais caros se subirem e eventualmente será repassado aos consumidores finais. Este é um dos compromissos contemplados no decreto real que o Conselho de Ministros aprovou esta terça-feira, com medidas de apoio face ao aumento dos preços da energia, mas apenas no sector da energia transporte de mercadoriastambém de trem e de barco.

Com esta medida, o Governo procura garantir a “rentabilidade” da atividade dos caminhoneirose o transporte rodoviário, que representa 95% do tráfego nacional de mercadorias e é maioritariamente constituído por pequenas empresas e trabalhadores independentes. 86% são empresas com entre um e cinco veículos, disse o ministro dos Transportes, Oscar Puenteem conferência de imprensa em Moncloa, onde defendeu a necessidade de os transportadores conseguirem repassar o aumento dos custos devido à subida dos preços dos combustíveis.

“O objetivo é garantir que nenhum empresário tenha de assumir sozinho o impacto do aumento de custos alheios à sua atividade, com risco de rupturas na cadeia de abastecimento, porque Não podemos obrigar os transportadores a trabalhar com prejuízo“ele disse.

Para tanto, o decreto-lei estabelece que se o preço do combustível aumentar de 5% Haverá uma revisão “automática” dos contratos da transportadora, com nova fórmula dinâmica vinculado ao preço real do diesel no momento da entrega, que é suficientemente “flexível” para não precisar ser modificado novamente e poder ser adaptado a diferentes realidades.

Esta é uma das medidas do novo decreto-lei real que Puente explicou ser adicional à que foi aprovada em 20 de março e que, por exemplo, contempla o desconto de 20 cêntimos por litro de combustível. É, disse, mais um “passo” dos transportadores para as medidas “urgentes” que foram tomadas no mês passado. São o resultado de negociações com eles, em particular com os Confederação Espanhola de Transporte de Mercadorias (CNTM), que considerou “insuficiente” no primeiro decreto e com o qual Transportes se puso a negociar logo após a sua aprovação, em reuniões que posteriormente contaram também com a participação de representantes das Secretarias de Economia e Finanças.

O resultado é um decreto que, no que diz respeito ao transporte rodoviário de mercadorias, servirá para garantir ao caminhoneiros que um aumento no preço do combustível tem um impacto efeito sobre o preço que podem cobrar para seus rolamentos.

Tal como solicitado pela CNTM, o Governo está empenhado em “garantir que variações no preço do combustível são efetivamente transferidos para o preço do transporte” com esta revisão obrigatória e estabelece ainda a obrigação de que a revisão seja refletida “expressamente” na fatura para “evitar que sejam acordados preços alternativos”. Em caso de incumprimento “habitual ou reiterado”, haverá sanções.

Ainda no que diz respeito aos transportes rodoviários, o decreto real aprovado esta terça-feira incorpora alguns “esclarecimentos” sobre os termos do anterior pacote de medidas que os Transportes já fizeram ao sector, como a de que o desconto de 20 cêntimos de euro por litro de combustível também se aplicará aos Eurotáxis ou táxis adaptados a pessoas com mobilidade reduzida.

Ajuda direta ao transporte ferroviário de mercadorias

O que o Governo ainda não concede aos caminhoneiros é uma linha de ajuda direta que também tinham solicitado para cobrir os custos adicionais devido ao aumento dos preços dos combustíveis desde o início da guerra no Médio Oriente porque, como lhes foi dito no mês passado, algo como exigiria autorização da Comissão Europeiauma vez que se trata de um auxílio estatal.

Precisamente esta segunda-feira o presidente da Comissão Úrsula von der LeyenEle anunciou que na próxima semana proporá flexibilizá-los nos casos relacionados com a energia. Por enquanto, porém, o Governo suspendeu as ajudas directas ao transporte de mercadorias através de trem -impulsionadas neste caso por locomotivas a diesel, não elétricas- e por barco.

Os operadores de transporte de mercadorias por comboio receberão ajudas diretas e não reembolsáveis ​​durante 2026 para compensar o custo adicional do combustível nas locomotivas diesel. 15.000 euros por locomotiva ativacom um orçamento total de 3,15 milhões.

Puente explicou que o que se quer desta forma é “evitar a perda de competitividade do transporte ferroviário em comparação com outros modos de transporte e garantir a sua continuidade no sistema logístico”. O transporte ferroviário de mercadorias mal representa neste momento 4% do total, mas a aposta do Governo é que aumente para 10% em 2030 e que “mais tarde” possa ser comparado com a média europeia, de 17%.

“Para o futuro é fundamental e temos que manter a sua competitividade”, disse o ministro sobre o transporte de mercadorias por comboio. “Não podemos permitir-nos ver a sua importância continuar a diminuir.“.

O caso do transporte de mercadorias por barcoo Governo expande a ajuda existente para incluir expressamente serviços de carga pura entre a península e as ilhas Canárias e Baleares e Ceuta e Melilha e entre os dois arquipélagos. Para isso, somam-se mais sete milhões ao valor previsto de 30 milhões.

Fonte: 20 Minutos

World News Cast em Breve.... Aguarde

World News Cast em Breve.... Aguarde