O Agência Estadual de Segurança Ferroviária (AESF) alterou as suas regras sobre a forma como maquinistas e, dada a sua indisponibilidade, o resto do equipe a bordo dos trens devem comunicar ao situações de emergência como acidentes, de modo que é obrigatório que Em primeiro lugar, entre em contato com o centro de controle Adif e não com seus respectivos operadores. Com isso, busca-se que “eles possam tome o mais rápido possível medidas adequadas para salvaguardar a segurança de circulação na linha” onde ocorre uma situação de emergência.
Esta indicação acaba de ser elevada à categoria de recomendação técnica pela AESF com base em indicações feitas pela Comissão de Investigação de Acidentes Ferroviários (CIAF) como resultado da investigação de vários acidentes ferroviários anteriores ao acidente de Adamuz. Na realidade, já havia indicação para ligar primeiro para a Adif, mas a Agência salienta que “o referido procedimento de chamada de emergência não foi realizado, o que reforça a necessidade de sua implementação definitiva”.
Por exemplo, no acidente do último dia 18 de janeiroas conversas entre os trens listados no último relatório da Guarda Civil observa que a primeira conversa de O motorista Iryo foi ao Centro de Regulação de Trânsito de Adif para comunicar que havia sofrido o que acreditava ser “uma ligar“com a catenária, mas na realidade foi um descarrilamento. No entanto, a primeira comunicação que fica registada naquele documento pelopara Alvia auditor é a ligação que ele recebeu de Centro de Gestão de Operações Renfe.
“Em caso de incidentes, acidentes, avarias ou anomalias, tanto do comboio como das instalações ou do ambiente, que afectem a circulação ou representem um perigo para a mesma, A comunicação ao controlador de tráfego correspondente será feita de forma imediata, prioritária e anterior aos demais. de comunicações a outros funcionários, entidades ou departamentos envolvidos (como o Centro de Gestão), para que o responsável pela circulação possa tomar as medidas adequadas na gestão do tráfego ferroviário e salvaguardar a segurança da circulação”, refere a AEGE na sua Recomendação Técnica 2/2026.
comunicação por rádio
Por outro lado, sublinha que esta comunicação deve ser dada principalmente “através do equipamento de radiotelefoniaseja pelo engenheiro ou, na sua falta, por outros membros da tripulação. Trata-se de um sistema diferente do sistema de telefonia móvel que, após o acidente de Adamuz, foi utilizado nas comunicações entre a Adif e que levou, por exemplo, à troca de celular com o auditor da Alvia para entrar em contato.
Neste caso, a recomendação técnica da AESF diz que os atendimentos de emergência serão feitos “com prioridade máxima” e “preferencialmente através do sistema de radiotelefoniapara o qual será necessário treinar toda a tripulação.
Estas recomendações, acrescenta, também devem ser integradas nos cursos de formação. formación e reciclagem de maquinistas e demais tripulantes e recomenda a realização de “exercícios periódicos entre as empresas ferroviárias e a Adif sobre “a emissão e recepção da chamada de emergência” ou “primeiras ações na recepção de uma chamada de emergência”.
Fonte: 20 Minutos




