A reforma do Constituição garantir o aborto como bem público continua seu processamento após a Congresso dos Deputados rejeitou ambas as alterações ao retorno total apresentadas pelo PP e pelo Vox. A maioria da investidura votou contra esses vetos, mas alguns partidos o fizeram sem deixar de criticar o “oportunismo político” do Governo pela forma como a reforma foi processada. Apenas o PSOE e a Sumar defenderam a sua inclusão no artigo 43.º, dentro dos princípios orientadores, em vez do artigo 15.º como direito fundamental.
O Ministro da Igualdade, Ana Redondoexigiu no início do debate parlamentar que os partidos que apresentaram as alterações na sua totalidade as retirassem e aderissem a um “amplo consenso social”, e pediu o diálogo a todas as forças políticas porque a questão não é “sobre ideologia ou partidos”, mas sim uma forma de “escudar” esse direito.
(Mais informações em breve…)
Fonte: 20 Minutos




